quinta-feira, junho 11, 2009

Luna


A Lua resplandecente no céu, o mundo a assiste sem nunca preocupar-se com ela.

Rindo de suas crateras, e divertindo-se com simplicidade, todos parecem enxergar nela somente o circulo que emana a luz de outro sem capacidade de produzir o próprio.

Sem perceber os mistérios e nuances dela, mesmo que envolva coisas pequenas, mas fundamentais como as marés.

Cheia de fazes ciclos, e rotinas intermináveis onde hora está no auge da lua cheia hora mal e vista escondendo nas sombras da noite.

Na imensidão do universo fica presa na gravidade tão frágil da terra sem um local determinado no universo, não está na terra fora dos dominós da Terra, mas ao mesmo tempo entrelaçada de mais para ter a liberdade do universo.

Perto dos outros astros, tão pequena.... Tão insignificante. Todos conhecem, no entanto, poucos prestam atenção nela.

Fazendo-a enfrentar essa eterna existência sozinha enfrentando sozinha a sombra, mas sempre dividindo as glorias com o sol.

Pois é dele que vem sua luz e sua razão de existir, é dele que vem suas forças e o brilho paco para iluminar as noites já claras das metrópoles.

Antes ainda existiam alguns que a estudavam e gostavam delas, mas cada vez mais as pessoas encontraram na lâmpada a luz da noite e ignoram a existência dela ali.

Sozinha admirando um astro maior, que por raros momentos da o ar das graças no eclipse.

Grande, potente, encantador maravilhoso sol.

As vezes presente para curar algumas feridas, fazê-la sorrir em momentos tão sonhados.


Tola Lua, não vê que és sozinha? Que não importa estar ao lado do Sol sozinha no céu, ou cercada de astros e estrelas, sempre será a Lua sozinha, condenada a enfrentar suas sombras e medos sendo cada vez mais esquecida até que um dia ninguém verá mais o brilho da esfera prata no céu da noite. Mas não repararam, e não sentiram falta daquela que de desistiu de lutar e entregar-se as sombras deixando o buraco negro a sugar.

Sem deixar marcas ou vestígios se não essas pequenas palavras perdidas no emaranhado de uma rede imensa humana, como uma agulha no palheiro.